Jogos do Instituto Camões

 

 

Bem-vindo/a à área Aprender do Centro Virtual Camões! Nesta área encontra recursos que apoiarão a aprendizagem de português nas suas várias vertentes: falar, ouvir, ler e, brevemente, escrever. Explore também a secção brincar, onde disponibilizamos jogos para aprender português de forma lúdica. Os recursos estão organizados em três níveis de dificuldade.

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Banco de Livros vai oferecer leitura a crianças desfavorecidas

Comprar um livro e depositá-lo num “livrão”, para depois ser oferecido a crianças desfavorecidas, é o objectivo do Banco de Livros, uma iniciativa que será hoje apresentada e que irá decorrer entre segunda-feira e 5 de Dezembro.

“A acção do Banco de Livros é um decalque do Banco Alimentar, mas em que o bem oferecido é um livro”, explicou a directora de Marketing das Livrarias Bertrand, Teresa Figueiredo, referindo-se a uma iniciativa que irá decorrer durante a época pré-natalícia, de forma a garantir que os livros doados são entregues às crianças mais desfavorecidas na época do Natal.

A iniciativa – que conta com o apoio do Banco de Bens Doados e da Fundação Pró-Dignitate – é inédita em Portugal, mas as expetativas de que seja um sucesso “são elevadas”, sobretudo porque existe a esperança de que não se resuma a uma acção isolada.

“Gostaríamos que se transformasse numa rotina. Mas esta é a primeira vez, por isso vamos ver como decorre”, disse Teresa Figueiredo, sublinhando que não existem estimativas quanto ao número de livros que poderão ser obtidos ou quanto ao número de crianças que serão beneficiadas.

Questionada sobre a possibilidade de a crise constituir um constrangimento aos actos solidários, a responsável pelo Marketing das Livrarias Bertrand garante que a “solidariedade será maior nesta altura”, sobretudo porque as pessoas estão “mais conscientes e sensíveis”.

As Livrarias Bertrand prepararam um conjunto de livros que são recomendados e que “estão a preços muitos acessíveis”, assim como vales de dois euros que poderão ser adquiridos e depois doados.

O Banco de Livros estará “aberto” entre 15 de novembro e 5 de dezembro, em todas as livrarias do grupo, num total de 54 lojas.

in: http://www.publico.pt/Cultura/banco-de-livros-vai-oferecer-leitura-a-criancas-desfavorecidas_1465311

Morreu José Saramago

José Saramago morreu hoje, na sua casa de Lanzarote, vítima de cancro. O escritor sofria de leucemia crónica. Aos 87 anos, o escritor deixa uma obra vastíssima, pela qual venceu o Nobel da Literatura.

Nascido em 1922, na azinhaga, uma pequena aldeia no concelho da Golegã, Saramago cresceu em Lisboa, cidade para onde a família se mudou ainda nos anos 20. Visto que tinham poucos recursos, José Saramago não pôde frequentar a Universidade. Mas era apaixonado por livros e frequentador assíduo da biblioteca do Palácio Galveias.

A sua paixão pelos livros levou-o a escrever e, em 1947, aos 25 anos, publicou o seu primeiro romance, Terra do Pecado. Entretanto, foi trabalhando como tradutor e na Editorial Estudos da Cor. Esteve mais de vinte anos sem escrever pois, segundo afirmou numa entrevista, não tinha nada para dizer. Quando a voz literária voltou, resolveu dedicar-se à poesia, lançando Os Poemas Possíveis (1966), Provavelmente Alegria (1970) e O Ano de 1993 (1975). Entretanto, começa a trabalhar no Diário de Notícias, mudando-se depois para o Diário de Lisboa. Retornou, em 1975, ao Diário de Notícias, como director-adjunto, mas por altura do 25 de Novembro é demitido. É então que abandona o jornalismo para se dedicar inteiramente à Literatura.

Em 1977 retorna, então, ao romance, com Manual de Pintura e Caligrafia, mas será apenas em 1980, com Levantado do Chão, que atinge o reconhecimento. Em 1982 publica Memorial de Convento, criando a personagem Blimunda e atraindo, definitivamente, a atenção de todos. Nunca mais parou de trabalhar e de escrever. Seguiram-se-lhe O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), História do Cerco de Lisboa (1989), O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991). Quatro anos mais tarde é a vez de publicar Ensaio Sobre a Cegueira (1995), depois Todos os Nomes (1997), A Caverna (2001), O Homem Duplicado (2002), Ensaio sobre a Lucidez (2004), As Intermitências da Morte (2005), A Viagem do Elefante (2008) e, por último, Caim (2009).

Em 1995 José Saramago foi distinguido com o Prémio Camões, o mais importante Prémio Literário da Língua Portuguesa e, em 1998, ganhou o Nobel da Literatura, sendo o único escritor português a ter vencido este prémio.

Sempre teve uma consciência política muito forte pelo que, em 1964, se afiliou no Partido Comunista Português. E foram muitas as polémicas em que se viu envolvido: muito crítico relativamente a Israel, sempre defendeu o povo Palestiniano, sendo por vezes acusado de anti-semitismo; defendeu também que Portugal teria a ganhar se fosse integrado em Espanha país onde, aliás, se exilou, para viver em Lanzarote com a sua mulher, a jornalista e escritora espanhola Pilar del Rio; criticou o Papa bento XVI, tecendo, várias vezes, fortes censuras à Igreja. Com a publicação do seu último romance, Caim, em 2009, voltou a acender esta polémica já antiga. Essa, era, aliás, a sua intenção, afirmou em diversas entrevistas. Não é de estranhar: José Saramago sempre lutou, ao longo da sua vida, pela liberdade de expressão.

rita.s.freire@sol.pt

in: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=176170

Lista de obras essenciais de José Saramago

“Levantado do Chão” (1980)

É considerado um dos romances fundamentais de Saramago. “A epopeia dos trabalhadores alentejanos, a elucidação da reforma agrária, a narrativa dos casos, conhecidos ou não, que fizeram do Alentejo um mar seco de carências, privações, torturas, sangue e uma impossibilidade de viver”, escreveu Alzira Seixo em “O Essencial sobre Saramago”.

“Memorial do Convento” (1982)

“Certamente o mais celebrado, estudado e discutido dos romances de Saramago”, diz Carlos Reis. “Um romance histórico inovador no contexto da literatura mundial”, escreveu José Luís Peixoto no “JL”. A ópera Blimunda com música do italiano Azio Corghi tem por base este romance.

“O Ano da Morte de Ricardo Reis” (1984)

“Cada vez mais o meu romance preferido, do conjunto da obra saramaguiana”, diz Carlos Reis. “Um labirinto construído sobre outro labirinto, a forma brilhante, brilhante como a ficção se aproxima de um tempo real”, escreveu José Luís Peixoto no “JL”. Um romance onde Saramago “elabora conjecturas fecundas para a compreensão de uma época ou de uma figura”, afirma Alzira Seixo.

“História do Cerco de Lisboa” (1989)

“Um dos enredos mais bem imaginados da literatura portuguesa”, escreveu José Luís Peixoto no “JL”.

“O Evangelho segundo Jesus Cristo” (1991)

“O Evangelho segundo Jesus Cristo contém uma história que todos conhecemos. E contém cenas e afirmações que há alguns anos atrás teriam lançado o autor na fogueira, sem direito a sepulcro. O escritor toma para si liberdades que são a substância da criação, e comporta-se, na invenção do seu mundo, como Deus. Este é o evangelho segundo Saramago…” escreveu, à época, Clara Ferreira Alves, no “Expresso”. O romance foi cortado da lista dos concorrentes ao Prémio Literário Europeu, pelo então Subsecretário de Estado da Cultura, Sousa Lara.

“Ensaio sobre A Cegueira” (1995)

“Quase em ritmo e registo de ficção científica, Ensaio sobre a Cegueira mantém, na escrita de José Saramago e na sua aventura romanesca, uma dimensão rara e singular na actual literatura portuguesa: a constante demanda de um laço que prenda o romance à arte de questionar e que, daí, exija o lugar de uma ética mais profunda que a própria arte de pensar. Como se o romance fosse, e nunca tivesse deixado de ser, uma interrogação sobre o mundo como ele é e como ele devia ser.”, escreveu na altura Francisco José Viegas na “Visão”. “Ensaio sobre a Cegueira, de alguma forma representou o início de uma nova fase na obra de Saramago. E, decerto não por acaso, foi depois dele que se passou a falar ainda mais da grande possibilidade de, com inteira justiça, lhe ser atribuído o Nobel”, escreveu no “JL” José Carlos de Vasconcelos. Foi adaptado ao cinema por Fernando Meireles.

“As Intermitências da Morte” (2005)

“São livros como este que nos tocam fundo, nos desarmam e nos deixam sem resposta. Apenas sabemos que na morte e no seu compromisso para com a humanidade reside o medo atávico do desconhecido, do vazio, algures numa hora e num lugar dentro de nós.”, escreveu Luísa Mellid-Franco no Expresso.

“Poesía Completa” (2005)

Uma edição bilingue saída em Espanha essencial na sua obra para José Manuel Mendes, da Associação Portuguesa de Escritores. “Quem a ler perceberá porquê”, diz.

in: http://www.publico.pt/Cultura/lista-de-obras-essenciais-de-jose-saramago_1442485?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29

Livros digitais nos telemóveis

Os clientes da TMN ganharam novos conteúdos para os seus telefones, com a operadora a anunciar a disponibilização de um conjunto de ebooks, acessíveis a partir da sua App Store.

O catálogo de livros está organizado de acordo com diferentes categorias, como Romance, Thriller, Humor, Clássicos, entre outras, apresentando títulos gratuitos e pagos, entre 1,50 euros e 9,99 euros.

Entre os títulos disponíveis encontram-se best-sellers, como a trilogia de Stieg Larsson, onde consta The Girl with the Dragon Tattoo, o thriller Angels and Demons de Dan Brown e a saga True Blood de Charlaine Harris.

Os clássicos portugueses, caso de Júlio Dinis, Almeida Garrett e Eça de Queirós, também não foram esquecidos.

Assinalando o lançamento, a TMN anuncia que os seus clientes podem experimentar, gratuitamente, ler o seu primeiro ebook no telemóvel, fazendo o download do mesmo para o PC, através do endereço www.tmn.pt, ou do site móvel da operadora, em m.tmn.pt.

Depois de escolhido o título e de efectuado o download, o ebook ficará instalado no telemóvel, dispensando qualquer ligação à Internet para acesso ou leitura do mesmo.

Os livros electrónicos disponíveis nesta fase de lançamento são compatíveis com mais de 80 telefones de vários sistemas operativos, como BlackBerry, Nokia, Samsung, Sony-Ericsson, LG e HTC, refere a operadora.

in: http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/livros_nos_telemoveis_da_tmn_1067993.html

Semana da Leitura – FantasLivro – Feira do Livro

Concurso “Jovens Escritores Modelo”

Cliquem para ler (na página 71) o texto da nossa aluna Graça Maria Soares Pereira, um dos textos vencedores da última edição do concurso “Jovens Escritores Modelo”.

Língua Portuguesa: Vocabulário Ortográfico do Português disponível na Internet

Lisboa, 08 fev (Lusa) – O Vocabulário Ortográfico do Português (VOP) está disponível no Portal da Língua Portuguesa – www.portaldalinguaportuguesa.org – desde o passado dia 01, informou o Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC).

Produzido pelo ILTEC, o vocabulário reúne uma extensa lista de palavras com indicações de ortografia, categoria morfossintática e peculiaridades de flexão, caso existam.

Nesta primeira fase, o VOP, concebido para consulta na Internet, integra 150 mil palavras do vocabulário geral,num projeto submetido ao Fundo da Língua Portuguesa. Este fundo agrega quatro ministérios – Negócios Estrangeiros, Cultura, Educação e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – e é gerido pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD).

in: http://aeiou.expresso.pt/lingua-portuguesa-vocabulario-ortografico-do-portugues-disponivel-na-internet=f562544

Biblioteca Nacional expõe livro mais caro já feito

“Na segunda-feira estará exposto no hall da Biblioteca Nacional «o livro mais caro jamais feito»: «Chama-se ‘Miguel Ângelo’, incorpora uma capa feita em mármore, que pesa mais de 20 quilos, e é uma reprodução exacta de um baixo-relevo do Miguel Ângelo feita com pedra da mesma pedreira», disse Teixeira Pinto na Biblioteca Nacional, no final da apresentação do seu grupo editorial, que contou com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas.
«É um original único de uma edição limitada, é o número 22 de uma colecção de 99 para todo o mundo e que tem como critério não haver mais do que um por país», explicou.

Para dar um exemplo, indicou que «em Espanha, o livro pertence à Biblioteca Nacional de Espanha».

«Nós colocámo-lo à disposição da Biblioteca Nacional de Portugal graças à grande generosidade de alguém que está entre nós mas não quer ser identificado e que permitiu a aquisição deste livro para Portugal, assim enriquecendo o património artístico.”

in: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=162060

Contos – Hans Christian Andersen

Visita este sítio em http://nonio.eses.pt/contos/andersen.htm e diverte-te!

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